WWE: Braun Strowman tece fortes críticas à cultura de bastidores da empresa: "Não podiam sequer ficar a ver o que fizemos"
Braun Strowman fez uma crítica severa à cultura nos bastidores da WWE, revelando que a perda de respeito entre os talentos foi uma das coisas que mais o incomodou durante o seu tempo na empresa.
Falando abertamente no programa Something's Burning com Bert Kreischer, o ex-Universal Champion discutiu as dinâmicas em mudança nos balneários da WWE e os desafios de ser um outsider num negócio dominado por famílias de lutadores.
"O que me chateou na minha saída da indústria foi o quanto de respeito se perdeu. Eu e o Roman Reigns estamos no ringue durante 45 minutos a fazer uma street fight e voltámos e não havia ninguém no gorilla, já estavam todos nos seus hotéis na próxima cidade. Eles pagaram para nos ver. Não podiam sequer ficar a ver o que fizemos."
Strowman contrastou isso com a mentalidade da velha escola que outrora dominava os balneários da WWE, onde falhar em assistir ao Main Event resultava em consequências por parte de veteranos respeitados.
O Monster Among Men também abordou o desafio de navegar no panorama político do wrestling como alguém que não vem de uma família de lutadores ou que trabalhou no circuito independente.
"Entrando, não nascido na indústria, não passei pelos indies. Eu era um outsider. Eu era odiado .Toda a gente dizia: 'Este grandalhão.'… Eu estava a dormir no meu carro. Estava a viajar pelo mundo. Fui o homem mais forte da América do Norte em 2011."
Quando se trata do maior obstáculo da luta livre, Strowman não poupou palavras sobre o que impede muitos performers talentosos de avançar.
"O adversário mais difícil no wrestling é o nepotismo, mas isso existe em qualquer negócio. É como se estivesse uma fraternidade da máfia, muito fechada, a navegar nessas águas."
