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Finn Balor sobre pedir um tempo de folga: "É como se pedisse algo que fosse tabu."

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Finn Balor foi convidado ao podcast After the Bell, de Corey Graves, e falou sobre o tempo que esteve afastado da WWE e o regresso ao NXT:

Quando surgiu a ideia de ir para a marca amarela:
"Veio há uns meses atrás. As coisas não estavam a correr tão bem, bem, não diríamos tão bem, mas não estava feliz onde estava no RAW e no Smackdown. Tive uma conversa com o Hunter trocámos umas ideias, pedi um tempo fora e voltei ao NXT, e tem sido fantástico lá."
Como é pedir um tempo na WWE?
"É estranho, sabes? É como se pedisse algo que fosse tabu. As pessoas pensam que lutar 170 programas num ano que é uma honra. E é bom, mas no ano passado fiz 172 combates, mais que qualquer um na companhia. E deixa marca. Não fisicamente, mas acho que mais mentalmente, e ando a fazer isto há 19 anos, sinto que já tenho tacto pata o wrestling. Apenas sinto que 'sabes que mais, não faço nada para mim desde que deixei a escola.', portanto pensei que estava na hora de tirar uma folga, reavaliar, aperceber-me de onde estou, não só profissionalmente, mas também pessoalmente. Fui para fora, casei com uma mulher linda, e apercebi-me do que estava a fazer no wrestling, e deu-me uma nova perspectiva de tudo."
Será que tinha sucesso no RAW e Smackdown?
 "As pessoas medem o sucesso de maneira diferente. Nem todos podem ser campeões, mas eu estava a divertir-me no Raw. Estava a ir, aprender, adaptar-me, e às vezes só temos que fazer o nosso melhor nessas situações. Eu sinto que sempre diz o melhor que tenho em tudo o que me era oferecido. Não acho que algo seja um falhanço, apenas sinto que seja culpado por não ser aqueles que dizem 'Não quero fazer isto, não acho que seja uma boa ideia.', acho que o tempo fora ajudou-me a reavaliar como me vejo e como reajo ao meu próprio input, porque estava a fazer isto há 16 anos antes de entrar na WWE, e todas as ideias, todos os combates, todas as entradas, todos os fatos são ideias nossas, vem da nossa imaginação. E depois, de repente, estamos naquela máquina que eles dizem o que usar, o que dizer, o que fazer. Levanto o braço e digo que sou o culpado por dizer 'Okay, sem problema, o que quer que queiram, sou um jogador de equipa, vou fazer o que quer que seja, o leme é a companhia.' e penso que provavelmente afectou-me um pouco, não as minhas performances, mas a minha criatividade, por não acreditar no que estava a fazer, e por fazer o que dizem para fazer. Com o tempo fora pude reavaliar e fazer reset a tudo. Sinto que já não estou a jogar ao 'busca'. Vou fazer o que quiser. Eu acho que eu valorizo-me um pouco mais como performer, e, como disse, já não estou a jogar ao 'busca', vou fazer o que quiser. Se as pessoas gostarem, fixe, se não, fixe. Mas estou cansado de fingir que sou alguém que não sou. Muita gente disse 'O finn vai voltar à NXT', mas na realidade, estou a voltar a ser eu."
O que o excita mais no NXT?
"O calendário é excelente [risos]! Honestamente, estou feliz em regresar ao ringue. Obviamente que a folga foi fantástica mentalmente e fisicamente. Voltar ao ringue, estar junto do pessoal, trabalhar numa marca que está a trabalhar na mesma direcção, senti a mesma motivação e paixão. É somente bom estar em algo que acredito." 
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